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Neste final de semana fui refletir sobre o assunto e cheguei a algumas conclusões:
Crescimentos através de fusões e aquisições: Raramente não dão certo. Normalmente a sinergia esperada através dessa forma de crescimento (3+3=9) não acontece. Em um primeiro momento existe uma otimização de custos através da eliminação de funções duplicadas, mas ganhos ocasionados através do aumento da receita no longo prazo não ocorrem. O crescimento através de fusões e aquisições é recomendável quando a escala é importante ou quando é necessário adquirir uma expertise (principalmente uma tecnologia) essencial.
Crescimento orgânico: Continua sendo o melhor caminho. Esse quase sempre é mais lucrativo e sustentável. Normalmente se consegue um melhor índice preço/lucro. A empresa desenvolve uma competência e uma cultura interna sólida que a diferencia no mercado.
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